Nesta quarta-feira, 04 de maio, a Associação dos Docentes da Universidade do Estado da Bahia (Aduneb), Campus X, em Teixeira de Freitas, realizou uma reunião em que foi exposto o andamento das negociações junto ao Governo do Estado, e discutidas as ações a serem realizadas em relação a greve de professores e estudantes da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).
A Uneb continua em greve desde o dia 26 de abril. A principal reivindicação dos grevistas é a revogação do Decreto n° 12 583/2011, que limita os gastos públicos e impede a contratação de funcionários e investimentos na universidade.
Um dos membros do comando de greve local, a prof.ª Minervina Joseli Reis, conhecida por prof.ª Jô, informou que, até então, não há novidades quanto às negociações. “A proposta do governador é a não revogação do decreto. Ele colocou que não há possibilidade da revogação, e apresentou uma proposta de negociação individual com as universidades estaduais, com cada reitor”, disse a professora.
A Bahia possui quatro universidades estaduais, a Uneb, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), sendo que a decisão de deflagrar a greve foi tomada em conjunto.
A Uneb continua em greve desde o dia 26 de abril. A principal reivindicação dos grevistas é a revogação do Decreto n° 12 583/2011, que limita os gastos públicos e impede a contratação de funcionários e investimentos na universidade.
Um dos membros do comando de greve local, a prof.ª Minervina Joseli Reis, conhecida por prof.ª Jô, informou que, até então, não há novidades quanto às negociações. “A proposta do governador é a não revogação do decreto. Ele colocou que não há possibilidade da revogação, e apresentou uma proposta de negociação individual com as universidades estaduais, com cada reitor”, disse a professora.
A Bahia possui quatro universidades estaduais, a Uneb, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), sendo que a decisão de deflagrar a greve foi tomada em conjunto.
“O que a gente pensa sobre essa proposta do governador, é que é uma proposta de enfraquecimento das universidades, porque o movimento é unificado, as precariedades estão presentes no dia a dia de todos os campi. É uma decisão que foi tomada no coletivo, por isso acreditamos que a negociação tem que ser em conjunto”, afirmou a prof.ª Jô.
A professora ainda informou que a próxima manifestação a ser realizada acontecerá nesta sexta-feira, 6 de maio, a partir das 16h30min, na Praça da Bíblia. “O nosso objetivo é continuar com as manifestações, porque precisamos informar à sociedade qual a realidade das universidades estaduais”, disse.
“Esse movimento de luta deve ser abraçado por toda a sociedade, porque ele não afeta só as universidades, afeta a formação do sujeito como um todo”, destacou a professora que ainda convocou a participação de todos na manifestação que acontecerá nesta sexta-feira. Conforme representantes da Aduneb a greve continua por tempo indeterminado.
A professora ainda informou que a próxima manifestação a ser realizada acontecerá nesta sexta-feira, 6 de maio, a partir das 16h30min, na Praça da Bíblia. “O nosso objetivo é continuar com as manifestações, porque precisamos informar à sociedade qual a realidade das universidades estaduais”, disse.
“Esse movimento de luta deve ser abraçado por toda a sociedade, porque ele não afeta só as universidades, afeta a formação do sujeito como um todo”, destacou a professora que ainda convocou a participação de todos na manifestação que acontecerá nesta sexta-feira. Conforme representantes da Aduneb a greve continua por tempo indeterminado.
Fonte: Aduneb
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