1) Recomposição do corpo técnico-administrativo de cada programa: mínimo de 5 para mestrados (secretária para atendimento externo + secretária da coordenação + 01 digitador, 01 mensageiro + 01 webdesigner/editor + técnico em assuntos financeiros) e de 10 funcionários para um doutorado;
2) Para os programas que incluem Centros de Documentação, Biblioteca Setorial, laboratórios de restauração de Documentos Raros, prover também funcionários para esses setores;
3) Criar, manter e sustentar a infraestrutura física adequada (salas e gabinetes para linhas e grupos de pesquisa, laboratório dos estudantes, espaços para secretaria e coordenação, biblioteca, centro de documentação, salas de aula, auditório, cantina) para o acolhimento de pesquisadores docentes e discentes interiores e exteriores aos programas;
4) Criação de cargos remunerados para os coordenadores;
5) Pagamento retroativo de todo o período de coordenação aos coordenadores que, até hoje, não receberam quaisquer remuneração por suas imensas atribuições;
6) O tempo da Pós-stricto sensu: colóquios envolvendo diretores, coordenadores de colegiados, pró-reitores, representante da CODES, representante de coordenadores de Área da Capes;
7) Elaboração de uma política de transferência de produção científica (dissertações, teses, coletâneas, artigos, ensaios, revistas) para a graduação e rede de escolas públicas da Bahia;
8) Criação de Rubrica específica para os programas de pós-graduação stricto sensu (considerando eventos internos e externos, intercâmbios científicos, entre outros)
9) Política de movimentação docente de doutores da UNEB para os campi onde estejam instalados programas stricto sensu;
10) Criação de uma Associação e/ou movimento da Comunidade da Pós-graduação stricto sensu – MOVIE-PÓS (Movimento Institucional de estudiosos Pós-graduados) para se pensar uma Política Científica Avançada para essa Bahia;
11) Criação de uma imprensa (jornal, webtv-rádio, blogs, twiters, blogs, etc.,): COMMUNAPÓS: para filtrar uma ciência ação direta de uma ciência pela ciência, sem compromisso teórico com as populações que de fato produzem a riqueza material existente;
10) Criação de um Observatório da Ciência Libertária, com o objetivo de mapear o que se produz cientificamente no mundo contemporâneo (com ênfase na produção da Bahia) e que tem retorno na reconstrução da humanidade e outras formas de sociabilidade.
12) Criação do Mural dos Detratores do pensamento Científico na Bahia (cada programa, tomando por base que entre a cabeça primitiva, o rosto cristão, os procedimentos nazifacistalinistas de concepção da cultura, não há outra alternativas senão pesquisar, deverá informar à comunidade universitária as linhas discursivas desses detratores antigos, modernos e contemporâneos).
Alagoinhas, 06 de maio de 2011
Comunidade do Pós-Crítica
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