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terça-feira, 3 de maio de 2011

Carta Aberta


“A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”
Constituição Federal de 1988, artigo 205.
Por lei temos direito a educação, mas a realidade no estado da Bahia não tem sido essa em todos os níveis. O comando de greve estudantil vem levantar a bandeira pela defesa de uma universidade pública de qualidade, coisa que não vem ocorrendo nas universidades estaduais são anos de descaso com o ensino público e cada vez, mas vem se agravando até chagar a um colapso total. Com isso o comando se levanta como uma voz em um país democrático, para lutar pelo que é nosso por direito. Não temos nenhuma afiliação política, e nem pretendemos ter, pois o nosso movimento é livre de bandeiras partidárias, a nossa missão é de uma basta neste descaso, não, mas o comodismo, não, mas a paralisia e o retrocesso. Avançar é a palavra de ordem.
O carlismo se foi, agora temos outro coronel no estado da Bahia, que surpreende pelo partido que ele é filiado, que saiu de sindicatos e hoje ele não quer negociar mais com os sindicatos, que fez de greves marcos para defesa de seus ideais e hoje não tolera nenhuma greve. Qual o significado do seu partido (PT) Coronel?
Na ocasião, Osvaldo Barreto informou também que as questões referentes à contratação de professor substituto, as liberações dos pedidos de Progressão, Promoção e Mudança de Regime de Trabalho para Dedicação Exclusiva (DE) já estavam em negociação separada com os reitores das quatro universidades. O acordo final, inclusive, já foi assinado pelo Reitor da UNEB, da UESC. O Reitor da UEFS deu ciência e o Reitor da UESB não assinou porque não apresentou disponibilidade orçamentária. Fonte: Aduneb
A Aduneb qual o seu verdadeiro posicionamento, estão com o Coronel? Greve de uma semana não? Para os discentes de uma universidade sucateadas, onde livros são inexistentes, professores são polivalentes, ensinando mais de quatro matérias ou mais, laboratórios o que é isso? Estamos aliados sim pela defesa sempre de um ensino de qualidade, de uma universidade que tenha autonomia. Mas não aceitamos um movimento fragilizado e que anda de cabeça baixa e temerosa com o coronel, na época do grupo carlista até semestre foi cancelado, o movimento de greve não durava uma semana, né? Não defendemos greve por besteira e nem ficar na praia descansando, queremos um basta com o desrespeito, à falta de compromisso, o desestímulos dos professores, a falta de pesquisa extensão e ensino, ih! isso é uma universidade, ela é inexistente.
Ou reagimos, ou então seremos engolidos pelos gestores que cada vez mais enterram a universidade publica e empurra os discentes para as baratas faculdades particulares. E você estudante vai continuar acomodado, atrás do seu diploma fantasma? E vocês da Aduneb, vão descansar mais uma semana? Que saudade dos estudantes, na época da UNE, contra a ditadura, da campanha o petróleo é nosso, das “diretas já” entre outras mobilizações.   

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